No Arquipélago de Chiloé – Conhecendo a Ilha de Chiloé
17 de outubro de 2013 – 14º dia
- Desayuno: no hostel, preparado pelos blogueiros.
- A Ilha de
Chiloé é a maior do arquipélago que leva o mesmo nome (Chiloé), composto de
inúmeras outras ilhas. É conhecida pela atmosfera mágica em que está envolvida,
oriunda do seu isolamento histórico e dos muitos mitos em que o povo chilote (gentílico
dos habitantes da ilha) cultua e acredita. O roteiro previa ir ao extremo norte
da ilha (comuna de Quellon). Dali retornar a Ancud, passando pela capital,
Castro.
- Em Quellon,
conhecemos o porto e vários monumentos (um bem curioso, homenageava os anos 70).
Descortinamos uma visão soberba do continente. Montanhas nevadas e vários
vulcões são vistos de suas encostas. Nota:
no monumento ao Marco Zero da carreteira
Pan Americana, conhecemos, ao acaso, um carabineiro, de nome Gustavo Alvarez,
acompanhado de sua pollolla Katherine.
Depois de nos identificarmos como colegas, o casal “assumiu” a estadia dos
blogueiros em Quellon. Conduziram-nos a pontos atraentes e ao restaurante onde
a Katherine obrava, onde almoçamos. Nota:
pela explicação dada pelo casal amigo, entendemos em nosso limitado
“portunhol”, que pollolla se tratava
de gíria chilote para namorada.
- Almoço:
salmão com batata a moda da casa e ensaladas,
no restaurante RestoBar, situado na
av. Costaneira, por conta do Gustavo e da Katerine. Nota: agradecemos ao casal pela generosa acolhida e esperamos
retribuir, quando vierem ao Brasil, como prometido.
- No retorno, apreciamos
a cidade de Castro. Na capital do arquipélago admiramos atrações, como, entre
outras: (a) miradouros, que proporcionaram belas vistas; (b) o centro e sua bonita
praça; (c) conjunto de casas/palafitas erguidas rentes ao mar; (d) uma igreja reconhecida
como Patrimônio da Humanidade. Nota:
69 igrejas semelhantes distribuem-se no arquipélago, 16 tombadas pela UNESCO,
como Patrimônio da Humanidade (conhecemos mais duas). O diferencial
arquitetônico realmente é único no mundo e próprio do povo chilote.
- A lua já
banhava Ancud, quando chegamos à cidade, não sem antes conhecer outros
vilarejos.
- Janta: na
cozinha dos nossos “aposentos”, preparamos um lanche extremamente frugal.
- Itinerário:
Ancud – Castro – Quellon – Castro – Ancud (com estradas vicinais).
- Km
percorridos: aproximadamente 400. Nota:
o deslocamento foi assaz desgastante, motivado pelas obras que estavam sendo
feitas entre Ancud e Quellon, especialmente ao sul de Castro.
-
Abastecimento: 59 litros de óleo diesel.
- Tempo: bom,
com sol aberto e nuvens esparsas. Temperatura: ao redor de 9 ºC. Nota: pelas informações dos Guias de Viagem
e do Carabineiro Gustavo, chove muito em Chiloé (mais de 250 dias por ano).
Felizmente São Pedro nos ajudava.
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