ATRAÇÕES MAIS PROEMINENTES
Acabada a missão a que nos propomos, ousamos
apresentar as atrações que entendemos mais significativas, visitadas/conhecidas
na longa marcha, sem desdouro de outras. Como já refere um antigo e sábio brocardo
popular: “gosto não se discute” - hehehe. A relação segue a ordem do percurso:
- As Serras de
Córdoba e o Parque Nacional Quebrada del
Condorito (AR);
- O bom astral
de Mendoza (AR);
- A Ruta Provincial Mendoza-Uspallata, via
Villavicencio (AR);
- O Acongágua
(AR);
- A Ruta Nacional que transpõe o Parque
Nacional do Aconcágua – Uspalatta/Los Andes (AR e CH);
- Valparaíso
(CH);
- Os parreirais
do Vale do Colchagua (CH);
- O Vulcão
Villarrica e arredores (CH);
- A magia da
Ilha de Chiloé (CH);
- A região dos
Lagos Chilena e Argentina (CH e AR);
- El Bolsón;
- Parque
Nacional Los Alerces;
- A Carretera Austral (CH);
- As atrações
da Carretera, especialmente a Geleira
Ventisqueiro Colgante e as Capillas/Catedral
de Mármol (CH);
- A Ruta que margeia o Lago General Carrera,
de Puerto Bertrand a Chile Chico (CH);
- A Cueva de las Manos (AR);
- O Cerro Fitz
Roy (AR);
- A Geleira
Perito Moreno (AR);
- O Parque
Nacional Torres del Paine (CH);
- O Estreito de
Magalhães, notadamente por sua importância histórica e localização isolada e
inóspita (CH);
- Ushuaia,
Canal de Beagle e Parque Nacional da Terra do Fogo (AR);
- Parque
Nacional Monte de Léon (AR);
- Camarones e Cabo dos Bahia (AR);
- A Ruta Provincial Camarones/Punta Tombo, via Cabo Raso (AR);
- A Península
Valdés (AR).
PRESTAÇÃO DE CONTAS
QUADRO RESUMO DA EXPEDIÇÃO
- Nº de dias da
expedição: 46 dias (44 pernoites).
- Quantidade de
quilômetros percorridos: 15.512 km.
- Óleo diesel
consumido: 1.650 litros.
- Média do
consumo de óleo diesel (km/l): 9.4.
- Valor médio
do litro de óleo diesel: R$ 2,90.
Total do valor de óleo diesel: R$
4.785,00; individual: R$ 2.393,00.
- Nº de hospedagens:
44 diárias.
- Valor médio
individual da diária: R$ 41,00.
Total do valor individual de diárias: R$
1.804,00.
- Nº de
refeições (almoço/janta) não elaboradas pelos blogueiros, degustadas em restaurantes
ou estabelecimentos similares: 26.
- Valor médio individual
de refeições (almoço/janta) não elaboradas pelos blogueiros, degustadas em
restaurantes ou estabelecimentos congêneres: R$ 17,00.
Total do valor individual de refeições
(almoço/janta) não elaboradas pelos blogueiros, degustadas em restaurantes ou
estabelecimentos congêneres: R$ 442,00.
- Nº individual
de refeições elaboradas pelos blogueiros, entre almoços/jantas/cafés da manhã:
82. Nota: a partir de gêneros
alimentícios adquiridos junto a mercados, padarias, açougues e similares.
Incluem também barras de cereais, bolachas e outros produtos análogos.
- Valor médio individual
das refeições elaboradas pelos blogueiros, entre almoços/jantas/cafés da manhã/lanches:
R$ 8,00.
Total do valor individual das refeições
elaboradas pelos blogueiros, entre almoços/jantas/cafés da manhã/lanches: R$ R$
656,00.
Total do valor de pedágios: R$ 200,00; individual: R$ 100,00.
Total do valor de ingressos, passeios e uso
de ferry boat/balsas: R$ 800,00;
individual: R$ 400,00.
Total da revisão regulamentar da camionete:
R$ 850,00; individual: R$ 425,00.
Valor total da expedição (individual):
R$ 6.220,00.
RESUMO GERAL DOS VALORES TOTAIS (individual):
Combustível: R$
2.393,00.
Hospedagem: R$ 1.804,00.
Alimentação: R$
1.098,00.
Pedágios: R$
100,00.
Ingressos,
passeios, balsas: R$ 400,00.
Revisão da
camionete: 425,00.
TOTAL DO VALOR (individual):
R$ 6.220,00.
Observações gerais
- A opção de
realizar a jornada durante os meses de outubro e novembro, se demonstrou assaz
adequada: (a) agraciados com tempo bom, durante todo o período em que viajamos.
A temperatura, especialmente na Região dos Lagos e Patagônia Argentina e
Chilena, bem como na Terra do Fogo foi bastante amena. Entretanto, não enfrentamos
excesso de frio/neve, o que eventualmente pode acarretar deslizamentos,
interrupções de tráfego de veículos e/ou outras ocorrências típicas, que
dificultam/impossibilitam a jornada; (b) encontramos com facilidade acomodação,
a preço módico; (c) não enfrentamos trânsito intenso, filas e/ou outras
“muvucas”, o que frequentemente acontece na alta temporada, sobretudo junto às
atrações mais relevantes.
- A divisão de
tarefas dos blogueiros, para atingirem o êxito da missão foi, grosso modo, a
que segue: (a) Paulo Nascimento – segurança, instrução, inteligência,
fotógrafo, intérprete, chef, co-organizador
e co-redator do blog, RP e comunicações (acesso a internet e redes sociais, bem
como contato com familiares e amigos); (b) Paulo Hendges – planejamento, logística,
legislação, “homem-passo/mateiro”, disciplina e moral da tropa, co-organizador
e co-redator do blog, motorista, negociador de preços, auxiliar de cozinha e
preparador do chimarrão.
- No
planejamento da viagem, fixamos como custo de hospedagem, o valor individual da
diária entre R$ 30,00 e R$ 50,00, o que cumprimos diligentemente, disciplinados
que somos – hehehe.
- Para definirmos
avaliação do custo/benefício da hospedagem, levamos em consideração: (a) valor
da diária (entre R$ 30,00 e R$ 50,00); (b) condições de higiene e limpeza; (c) qualidade
no atendimento; (d) inclusão (ou não) do café da manhã e do acesso a cozinha;
(e) quarto/banheiro privativos ou compartilhados. Nota: em nossa avaliação, o custo hospedagem no Brasil é mais caro
que na Argentina e Chile (ao menos, para o estilo de viagem a que nos propusemos
fazer).
- Para determinarmos
a avaliação do custo/benefício das refeições, levamos em consideração: (a)
valor em torno de R$ 15,00 (individual); (b) boa qualidade/quantidade de
alimentos. Nota: em nossa avaliação,
o custo geral da alimentação é mais em conta no Brasil, que na Argentina e
Chile.
- O acesso a
internet foi largamente possível nos estabelecimentos em que nos abrigamos,
inclusive nos povoamentos mais longínquos, exceção ao hostel de Três Lagos (AR). Nota:
levamos um bom notebook.
- Barras de
cereais e nutrimentos similares foram de grande utilidade para saciarmos a fome
(em caráter parcial – kkkkkk), em diversas ocasiões. Da mesma forma, sempre
portamos galões (na camionete) e cantil (nas caminhadas), com água mineral.
- No
transcorrer da jornada, como bons gaúchos que somos, sorvemos chimarrão
diariamente (normalmente pela manhã e a tarde). Para tanto, foram levados os implementos
necessários para cevar o mate amargo e 5 kg da mui buena erva mate marca Elacy, procedente de Venâncio Aires.
- O frio e o
vento intenso foram companhia constante. Importante levar roupas apropriadas, luvas,
protetores de orelhas e bons calçados (sugerimos, ao menos, um par de tênis
e/ou bota impermeável). Nota: os blogueiros foram extremamente zelosos
em relação a estas questões.
- Um bom
fogareiro e utensílios de cozinha práticos nos ajudaram significativamente no
preparo das refeições.
- Sugerimos não
trafegar a noite. Nota: nas regiões
mais ao sul do continente americano, no período em que viajamos, o ocaso se dá
a partir das 2100h.
– Levamos a bom
termo a “expedição”, a bordo de uma camionete Volks, modelo Amarok, 4x4, movida
a óleo diesel. Entretanto, ao nosso sentir, qualquer veículo, em bom estado,
faria o mesmo percurso, que incluiu mais de 3.000 km em estrada de rípio.
- As refeições ditas
frugais (normalmente elaboradas no café da manhã e na janta), consistiam num
singelo lanche, a base de pão, margarina, leite em pó e café, eventualmente com
acompanhamento de frios e frutas. Na mesma linha, era a alimentação fornecida
pelos hosteis, quando a hospedagem
incluía o desjejum.
- Os hosteis que disponibilizavam o acesso a
cozinha tiveram preferência para nos acomodar.
- Cartão de
crédito internacional foi comumente aceito e utilizado. Entretanto, em algumas
bandas, especialmente nas mais remotas, impõe-se o ressarcimento das despesas
em moeda nacional (inclui hosteis, estácion de servícios, restaurantes,
mercados e similares). Nota: obtivemos
bons descontos em hosteis/hospedaje/casas de família pagando em
espécie (“na bucha, em dinheiro vivo” - kkkkk).
- Em razão de
políticas fito-sanitárias praticadas por Argentina e Chile, a fiscalização nas
aduanas é rígida em relação ao transporte de produtos alimentícios, tanto de
origem vegetal, como animal. Felizmente não tivemos problemas em relação a esta
questão.
- Bons Guias de
Viagem foram fundamentais e subsidiaram sobremaneira o planejamento e a
execução da “expedição”. Informam e descrevem sobre: atrações turísticas; roteiros;
hospedagem; alimentação; mapas; formas de chegar e sair; documentação
necessária; clima; custos, entre outros aspectos que auxiliam a quem se propõe
a realizar uma jornada como a que efetivamos. Relacionam também aprestos
necessários para uma “aventura” deste naipe. Óculos de sol, protetor solar e
labial, medicamentos, uma mochila pequena impermeável, entre outros apetrechos,
são imprescindíveis para que a missão seja levada a bom termo.
- Empregamos os
seguintes Guias de Viagem em nosso desiderato: (a) Guia O Viajante – Argentina, Projeto Zizo Asnis e Os Viajantes, 1ª
edição/maio de 2007, Editora O Viajante – Trilhos e Montanhas; (b) Guia O Viajante – Chile, Projeto Zizo
Asnis e Os Viajantes, 1ª edição/outubro de 2007, Editora O Viajante – Trilhos e
Montanhas; (c) Guia Visual Chile e Ilha
de Páscoa da Folha de São Paulo, 1ª reimpressão - 2012, Divisão de
Publicações da Empresa Folha da Manhã S.A.; (d) KeyGuide Guia Argentina, 1º edição em Português - 2012, tradução de
Carlos Rosa e Thaís Costa, PubliFolha, Divisão de Publicações da Empresa Folha
da Manhã S.A.; (e) Lonely Planet: Chile
e Ilha de Páscoa, Carolyn McCarthy (et al), tradução Jogo da Amarelinha, Editora
Globo, 1º edição em Português - abril de
2013; (f) Frommer’s Chile & Ilha de Páscoa - Guia Completo de
Viagem, Tradução: Stephan Küffner e Kristina Schreck, 1ª Reimpressão
Revisada – 2011, Editora Alta Books.
Nota especial: para o estilo e forma de
viagem que realizamos, se destacaram, os dois primeiros guias relacionados, projeto
e organização de Zizo Asnis e Os Viajantes. As informações e dicas carreadas
nestes dois guias são objetivas, práticas, confiáveis e ecléticas (notadamente no
sentido econômico – hehehe). Indiscutivelmente, acabaram se constituindo numa
das ferramentas mais valiosas, para o planejamento e execução da jornada (as
outras foram a “grana” e a camionete – kkkk). Ademais, seguimos vários dos
roteiros sugeridos, sempre resultando em momentos jubilosos e inesquecíveis. Nota 2: edições mais recentes e
atualizadas destes operosos Guias de Viagem foram lançadas e estão a disposição
em livrarias e bancas.












































