Na Patagônia Chilena – Conhecendo o Parque Nacional Torres del Paine
02 de novembro de 2013 – 30º dia
- Desayuno: na hospedaje, a cargo de dona Jovita.
- A aurora
havia surgido a pouco, quando nos conduzimos ao Parque Nacional Torres del Paine, reconhecido mundialmente por
suas belezas surpreendentes e magníficas. A UNESCO declarou o Parque como Reserva Mundial
da Biosfera (dista aproximadamente 120 km de Puerto Natales, por estrada quase toda asfaltada).
- No caminho,
passamos pela Cueva del Milodón
(atração turística “meia boca”).
- Já no Parque,
percorremos de camionete, seu interior, em estrada de rípio (rodamos bastante).
Fizemos caminhadas pelas suas inúmeras belezas mais significativas. Divisamos,
entre outras: os lagos Paine, Azul, Pehoé, Grey, Nordenkjöld; as lagunas Verde e Amarga; o conjunto de
montanhas, com destaque para o Macizo
del Paine (a enorme e formidável cereja do bolo, com suas “torres” e cuernos); as quedas de água; os rios; o
Glaciar Grey. Vimos ainda animais em estado verdadeiramente selvagem, como
entre outros: flamingos, avestruzes, condores, guanacos e zorros (espécie de raposa).
- Almoço: a
cargo do chef Paulo Nascimento, em
área específica para camping, ensartados
numa paisagem de tirar o fôlego. A beira de um belo lago, de águas
transparentes e de intensa coloração azul, com guanacos pastando as suas
margens; ao fundo, as impressionantes Torres del Paine; acima, flutuando, muitos condores dos Andes – UHAU!!!!.
- A escuridão
já tinha nos envolvido, quando, extasiados, retornamos a Puerto Natales.
- Janta: a
cargo dos blogueiros, na cozinha da casa de família.
- Itinerário
básico do dia: Puerto Natales – Cueva del Milodon – Cerro Castillo –
Parque Nacional Torres del Paine –
Cerro Castillo – Puerto Natales.
- Km
percorridos: 340 (180 em estrada de rípio).
- Tempo: bom,
com sol aberto, a maior parte do dia. Em alguns momentos (poucos, felizmente),
nuvens e neblina encobriram parte das belezas naturais. Temperatura: por volta
dos 8 ºC.
Nota Especial: quase chegando ao Parque
Torres del Paine os integrantes da “expedição”
passaram por um graúdo sobressalto. Ao descermos um pequeno declive, ainda em
estrada asfaltada, cruzamos por uma “van”, que vinha em sentido contrário. Seu
pneu traseiro levantou uma pedra, que se chocou com o pára-brisa dianteiro,
causando um forte impacto. Paramos imediatamente e lamentamos o ocorrido, pois
vimos marcantes rachaduras concentradas no vidro (parte inferior, lado do
motorista). Sabíamos que se a peça atingida se quebrasse, teríamos imensas
dificuldades em substituí-la, pois estávamos em local remoto e não havia
concessionária Volks em toda a região. Para nossa felicidade, as rachaduras não
avançaram e pudemos perseverar em nossa empreitada.



















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