Na Patagônia Chilena – Viagem a Punta Arenas – Conhecendo o Estreito de
Magalhães e o centro urbano de Punta
03 de novembro de 2013 – 31º dia
- Desayuno: a cargo de Dª Jovita.
- Principiando
a manhã, conhecemos brevemente as atrações da comuna de Puerto Natales. Em seguida, partimos para a próxima etapa: Punta Arenas.
- Almoço: já no
destino, os blogueiros saíram da rotina e “se deram um pequeno luxo”. Almoçaram
num ótimo restaurante, situado no centro, com buffet de comidas típicas da Patagônia do extremo sul do Chile (bom
custo/benefício).
- À tarde,
recorremos à cidade, que se situa a beira do Estreito de Magalhães. Visitamos,
entre outras atrações turísticas: um mirante, o centro e arredores, prédios
históricos (notadamente as mansões/museus), sedes dos centros administrativos
governamentais e a avenida lateral do Estreito. Pudemos constatar a significativa
miscigenação de culturas que existe na região, destacando-se a espanhola,
indígena, alemã e italiana.
- Hospedagem: hostel Oro Fueguino, próximo ao centro
(quarto/banheiro privativos – incluídos o desjejum e o acesso a cozinha). Bom
custo/benefício.
- Janta: na
cozinha do hostel, a cargo do chef Paulo Nascimento (pan com huevos fritos).
- Itinerário
básico do dia: Puerto Natales – Morro
Chico – Villa Tehuelches – Punta
Arenas.
- Km
percorridos: 290.
- Tempo:
alternância entre tempo bom, com sol e eventuais nuvens esparsas (na maior
parte do dia). Em determinados períodos, chuva fraca. Por várias vezes
descortinamos, no percurso entre Puerto
Natales e Punta Arenas, a formação de
arco-íris no horizonte. Vento frio e intenso. Temperatura: de 3º a 7 ºC.
- Nota (de responsabilidade do Paulo
Hendges): quando estudante, meus mestres instruíram sobre o valor da descoberta
do Estreito de Magalhães para o mundo, feito do bravo explorador e navegador
português Fernão de Magalhães. Por ligar os oceanos Atlântico e Pacífico, foi
durante séculos, rota comercial destacada. Facilitava a conexão entre continentes
e países, como a Europa, as Américas Central e do Sul, parte dos EUA e a
Austrália (perdeu importância, neste tocante, com a inauguração de Canal de
Panamá). Na época, fiquei enlevado e sopesei, em várias oportunidades, sobre este
acidente geográfico e suas características mais marcantes: o insulamento; o clima
adverso; as condições antagônicas; a formação social, cultural, econômica e
política da gente que desbravou este ponto tão distante. Na época, tinha como
certo, que ficava num lugar inatingível para mim. Mal sabia eu, que o destino
(com a decisiva ajuda de Deus, certamente), me permitiria conhecer este local
grandioso, inóspito e histórico.
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